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Reciprocidade Março 13, 2008

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reciprocidade 

Depois de vários casos de maus tratos e exageros na deportação de brasileiros em aeroportos pelo mundo, como no caso da estudante Patricia Camargo, que ia apresentar trabalho em congresso, mas foi impedida por policiais da imigração espanhola, finalmente vejo sinais de reação.
É compreensível o rigor dos europeus, afinal, a prostituição, as disputas por postos de trabalho, o tráfico e outras mazelas pesam nessas medidas, mas eu quando visitante, gosto de ser bem tratado, da mesma forma que trato as pessoas que recebo na minha casa.
Se em vez de enviar jovens brasileiras para rebolar para os estrangeiros no aeroportos nacionais, nossos políticos tivessem que rebolar (no bom sentido) para dar explicações aos nossos estudantes e cientistas que foram mandados de volta, certamente eles já teriam tomado providências.
Por essas e outras é que defendo o princípio da RECIPROCIDADE.

O Eterno Feminino Março 7, 2008

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O Eterno feminino é a exposição fotográfica que terá início às 19h deste sábado, 8 de março, na galeria Fotoativa, na Praça das Mercês. Fotógrafos participantes: Alberto Bitar, Anita lima, Bob Menezes, carlos Guedes, Daniel Cruz, Eduardo Kalif, Fátima Soares, Fatinha Silva, Geraldo Ramos, Ionaldo Rodrigues, Irene Almeida, Joyce Nabiça, Liane Dahás, Luciana Magno, Pedro Cunha e minha amiga Tília Koudela.
Não perca essa oportunidade, que esse povo entende do assunto.
Vá lá, que eu Jamevu!
Valeu Tília!

1º Salão Nacional de Humor da Amazônia Março 5, 2008

Posted by cametaforas in HUMOR.
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Em função do grande número de inscrições de cartunistas de toda parte do mundo, o prazo final para as inscrições do 1º Salão de Humor da Amazônia foi prorrogado até o dia 11 de março.
Saiba mais clicando aqui.

Fevereiro 15, 2008

Posted by cametaforas in BELÉM, MONUMENTOS, MUSICA.
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Waldemar Henrique

15 de fevereiro de 1878, sexta-feira. Com o drama As duas órfãs, do escritor francês A. D´Ennery, apresentado pela companhia do ator pernambucano Vicente Pontes de Oliveira, tem início a história da bela casas de espetáculos de Belém do Pará. O Theatro de Nossa Senhora da Paz ou Theatro da Paz, como é conhecido. Hoje também faz aniversário outro monumento da música paraense, Waldemar Henrique da Costa Pereira, que de tão grande envolvimento com o Theatro, bem que poderia ser chamado de Waldemar Henrique da Paz. Ele que nos deixou de herança sua música, um retrato da alma amazônica e seu amor incondicional pelas nossas coisas.
Vivas ao Theatro da Paz e ao Maestro! e como presente tratemos com o devido respeito, nossos monumentos, nossos artistas, nossa cultura…

UFPA AMPLIA CAMPUS DE CAMETÁ Janeiro 31, 2008

Posted by cametaforas in CAMETÁ.
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UFPA AMPLIA CAMPUS DE CAMETÁ

E QUER ENCAMPAR MUSEU HISTÓRICO

A Universidade Federal do Pará deve repassar ao campus universitário do Tocantins/Cametá dois milhões de reais referentes ao Programa de Reestruturação das Universidades Públicas – REUNI -, para que sejam construídas seis salas de aula climatizadas, auditório para 200 pessoas, biblioteca setorial e  salas de professores com cabines individuais. A construção terá início no primeiro semestre de 2008 e estará concluída em dezembro do referido ano, como afirma o coordenador do Campus, Prof. Dr. Gilmar Pereira da Silva e o Vice-coordenador Prof. M.Sc. Doriedson Rodrigues.

Todo o campus foi recentemente revitalizado e por ficar em uma área pequena no bairro da Matinha, será verticalizado em dois pavimentos.

A condenação afiançou que tudo que eles prometeram na campanha, já realizaram e estão fazendo além, como a implantação do curso de Pedagogia no município de Mocajuba e o de Letras em Pacajá. Destacaram ainda que com o plano de reestruturação das Universidades a partir de 2009 entrará em funcionamento além dos cursos já existentes os cursos de Historia, Matemática e Ciências Naturais. 

A administração aguarda o termo de doação, por parte da prefeitura de Cametá, de uma área mais ampla – que poderá ser a área do antigo aeroporto –  onde funcionará o campus II da UFPA em Cametá,   que abrigará além de outros cursos, área esportiva e de recreação. Considerando a história da cidade de Cametá, a meta da UFPA é transformar o Campus num pólo  de educação/ensino e cultura que atenda a região.

A administração,  em parceria com as prefeituras,  tem planos para instalar bibliotecas em todas as sedes dos municípios do Baixo – Tocantins sob jurisdição do Campus de Cametá, ou seja: Cametá, Limoeiro do Ajuru, Oeiras do Pará, Mocajuba, Baião e Pacajá  e transformar a biblioteca setorial em uma espécie de Biblioteca Regional cujo acervo e atendimento  sirvam de referência. A fim de firmar esse propósito, já há um embrião deste projeto no município de Mocajuba.

O coordenador garante que neste ano conclui o planejamento para que  seja instalado até o ano de 2010,  um curso de pós-graduação stricto sensu em Linguagem, Educação e Trabalho,além  da ampliação dos  cursos de especialização que já funcionam no referido Campus.

A coordenação se empenhara para fechar convênio com as prefeituras para que se possibilite a construção de alojamentos para os estudantes que vem das vilas, ilhas, sítios, povoados e dos demais municípios  estudar  no Campus de Cametá.

No dia 21 de fevereiro a Coordenação entregará o “Auditório Alberto Mocbel” e a “Biblioteca Salomão Larêdo”, homenagem a dois escritores cametaenses contemporâneos. Na oportunidade será criado o Núcleo de Arte e Cultura do Campus que vai desenvolver o teatro, a música a dança e que será dirigido pelos diversos grupos de teatro existente na cidade. A Coordenação pensa num espaço físico para funcionar o teatro-experimental, que poderia ser o prédio histórico onde funcionava o “Grupo Escolar Dom Romualdo de Seixas” ou ainda o prédio da antiga Câmara Municipal. Para tanto proporá parceria com a Prefeitura Municipal de Cametá.

Haverá ainda nesse dia, o lançamento do livro “Educação do campo na Amazônia: uma experiência”, organizado pelos professores Heloisa Canali, Doriedson Rodrigues, Gilmar Silva e Maria de Nazaré Araújo.

A Coordenação do Campus, juntamente com a comunidade acadêmica, tendo em vista a realização do curso permanente de História e considerando isso como uma grande conquista para a região, espera que a parceria com a prefeitura de Cametá ocorra o mais breve possível, e assim possamos dar nossa contribuição assumindo de forma acadêmica e administrativa um dos principais patrimônio da memória cametaense que é o Museu Histórico de Cametá, afirma o coordenador: “tenho o máximo interesse em firmar parceria com a prefeitura para assumirmos o museu, que servirá como laboratório para o curso de  História, onde poderemos manter equipes de estagiários que ajudem nos trabalhos  de restauro, coleta  de informações  e sobretudo, contribuir com a preservação desse  patrimônio  histórico que é um dos retratos desta bela cidade que está beirando os 400 anos de fundação. Nossa meta é contribuir  com o desenvolvimento da região que abriga uma significativa comunidade que vem ajudando na construção de um  humanismo transformador  visando a construção de uma sociedade  mais justa, fraterna e feliz”.

A lei contra o Estrangeirismo (The Upgrade) Janeiro 8, 2008

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O Projeto de Lei 1676, de 1999, de autoria do deputado Aldo Rebelo, que dispõe sobre a promoção, a proteção, a defesa e o uso da língua portuguesa, objetiva combater o uso excessivo de expressões em língua estrangeira, os chamados estrangeirismos, que, segundo Aldo, dificultam a comunicação do povo brasileiro. Dessa maneira, Com a aprovação da lei, todos os documentos oficiais do Brasil deverão ser escritos em português. E toda comunicação dirigida ao público, caso utilize palavras em outra língua, terá tradução para o português. A regra vale para peças publicitárias, relações comerciais, meios de comunicação de massa e informações afixadas em estabelecimentos comerciais.

Eu como defensor de nossa “flor do Lácio” também quero meter minha colher suja de açaí e manifestar minha preocupação com a atual situação.

Não é novidade o receio de que a língua portuguesa seja engolida por algum outro idioma estrangeiro, houve uma época em que o “très chic” era falar francês. E, apesar de todas as precauções dos especialistas da época, a influência foi inevitável e tão natural que acabamos por adotar e “aportuguesar” algumas palavras que já foram consideradas barbarismos, como garçom, abajur, dossiê, turnê, entre outras. Hoje, devido ao domínio tecnológico, político, econômico e cultural, a grande ameaça é o inglês. É comum e saudável que uma língua se alimente de outras. Já pensou como seria traduzir para o português palavras como samba, pandeiro, agogô, tucupi, maniçoba, surf, futebol, karatê? 

O caso aqui, a meu ver, é uma questão de auto-estima. O brasileiro é levado a acreditar (como diria o Edmar, vocalista do Mosaico de Ravena, na música Belém-Pará-Brasil) que “o que bom vem lá de fora”. Isso se reflete, por exemplo, em nomes próprios (que estão se tornando cada vez mais comuns) como Maik Liann, Istive Onder, Jonatan Katerson, Maicosuel, Rarley Deivis, Quetlen, Thuanny, Sheristone, Stefanny.

No campo imobiliário Belém tem sido agraciada com vários empreendimentos cujos nomes beiram a macaquice. É um tal de, Residence, Towers, Ville, Office, River, Maison, Top, Center para todos os (duvidosos) gostos. Todos com um “plus”. Play-Ground, Lounge Bar, coffee-shop, Fitness Center. Quando o assunto é propaganda e publicidade, então, sai de perto…

É louvável querer defender nossa língua. Eu também sou contrário aos exageros, mas o sujeito que coloca no próprio filho o nome de Maicosuel Harlinson, vai ligar para uma lei dessas? Quem vai determinar o que é uso abusivo?  Com que critérios?

A língua é, de certa forma, um espelho da alma do indivíduo, através do falar é possível saber em certos casos, de que região do país a pessoa é, de que classe social, nível de escolarização, faixa etária, sexo e muitas outras informações facilmente identificáveis em uma simples conversa. Não tem como mudar isso por decreto. Apesar de não gostar dos exemplos que citei acima, eles são apenas um sintoma desse mal, não a causa. Não me parece sensato querer tratar esse problema sem cuidar de sua causa principal, que é, a meu ver, o “complexo de vira-lata” do brasileiro.
O que nós precisamos urgentemente é de mais educação, distribuir livros nas escolas, incentivar a leitura, criar formas de propagação da literatura brasileira, valorizar nossos escritores, nossa cultura, promover debates, feiras, baratear o custo dos livros, subsidiar, criar à exemplo de outros programas, um que garanta o acesso a pelo menos um livro por mês aos brasileiros. Isto sim mereceria o meu total apoio.

Uma informação: mais de 200 línguas, além do português, são faladas no Brasil: cerca de 190 línguas indígenas e 20 línguas de comunidades descendentes de imigrantes. (voltaremos ao assunto em breve)

O fim da CPMF e a volta ao “quinto dos infernos” Janeiro 3, 2008

Posted by cametaforas in POLÍTICA.
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Depois de ter engordado “provisoriamente” os cofres do governo nos últimos treze anos, a CPMF que substituiu o IPMF de 1994, finalmente foi derrubada. O que tinha tudo para ser uma ótima notícia está sendo devidamente reeditada pelo já previsto “plano B” do governo, um pacote de medidas destinadas a compensar as perdas decorrentes do fim da cobrança. Com isso, o governo passou a alíquota que era cobrada na CPMF(0,38%),  para o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), o que na prática, restaura a antiga cobrança.
Por falar em antiga, é da época do Brasil-Colônia, a expressão “o quinto dos infernos”, uma referência ao percentual de 20%, o “quinto”, que a coroa portuguesa exigia como tributação dos produtores brasileiros, principalmenteo de ouro. Essa cobrança de Portugal provocou na população um sentimento de revolta que culminou com a inconfidência mineira e o enforcamento de Tiradentes.
Muitas revoltas depois o Brasil acabou se tornando “independente”, mas o “quinto” já não é mais o mesmo. Bem alimentado por nossos valorosos políticos, o quinto dos infernos, praticamente dobrou de tamanho e continua crescendo… Quantos “enforcamentos” ocorrerão até que o povo realmente lute por seus direitos.

Veja abaixo a “listinha” de tributos (impostos, contribuições, taxas, contribuições de melhoria) existentes no Brasil:

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Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante – AFRMM – Lei 10.893/2004
Contribuição á Direção de Portos e Costas (DPC) – Lei 5.461/1968
Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – FNDCT – Lei 10.168/2000
Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), também chamado “Salário Educação”
Contribuição ao Funrural
Contribuição ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) – Lei 2.613/1955
Contribuição ao Seguro Acidente de Trabalho (SAT)
Contribuição ao Serviço Brasileiro de Apoio a Pequena Empresa (Sebrae) – Lei 8.029/1990
Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Comercial (SENAC) – Lei 8.621/1946
Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado dos Transportes (SENAT) – Lei 8.706/1993
Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Industrial (SENAI) – Lei 4.048/1942
Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Rural (SENAR) – Lei 8.315/1991
Contribuição ao Serviço Social da Indústria (SESI) – Lei 9.403/1946
Contribuição ao Serviço Social do Comércio (SESC) – Lei 9.853/1946
Contribuição ao Serviço Social do Cooperativismo (SESCOOP) – art. 9, I, da MP 1.715-2/1998
Contribuição ao Serviço Social dos Transportes (SEST) – Lei 8.706/1993
Contribuição Confederativa Laboral (dos empregados)
Contribuição Confederativa Patronal (das empresas)
Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico – CIDE Combustíveis – Lei 10.336/2001
Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico – CIDE Remessas Exterior – Lei 10.168/2000
Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública – Emenda Constitucional 39/2002 Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional – CONDECINE – art. 32 da Medida Provisória 2228-1/2001 e Lei 10.454/2002
Contribuição Sindical Laboral (não se confunde com a Contribuição Confederativa Laboral, vide comentários sobre a Contribuição Sindical Patronal)
Contribuição Sindical Patronal (não se confunde com a Contribuição Confederativa Patronal, já que a Contribuição Sindical Patronal é obrigatória, pelo artigo 578 da CLT, e a Confederativa foi instituída pelo art. 8º, inciso IV, da Constituição Federal e é obrigatória em função da assembléia do Sindicato que a instituir para seus associados, independentemente da contribuição prevista na CLT)
Contribuição Social Adicional para Reposição das Perdas Inflacionárias do FGTS – Lei Complementar 110/2001
Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS)
Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)
Contribuições aos Órgãos de Fiscalização Profissional (OAB, CRC, CREA, CRECI, CORE, etc.)
Contribuições de Melhoria: asfalto, calçamento, esgoto, rede de água, rede de esgoto, etc.
Fundo Aeroviário (FAER) – Decreto Lei 1.305/1974
Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (FISTEL) – Lei 5.070/1966 com novas disposições da Lei 9.472/1997
Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS)
Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST) – art. 6 da Lei 9998/2000
Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização (Fundaf) – art.6 do Decreto-lei 1.437/1975 e art. 10 da IN SRF 180/2002.
Imposto s/Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS)
Imposto sobre a Exportação (IE)
Imposto sobre a Importação (II)
Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA)
Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU)
Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR)
Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza (IR – pessoa física e jurídica)
Imposto sobre Operações de Crédito (IOF) + (Acrescido do percentual da alíquota da CPMF)
Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS)
Imposto sobre Transmissão Bens Intervivos (ITBI)
Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD)
INSS Autônomos e Empresários
INSS Empregados
INSS Patronal
IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados)
Programa de Integração Social (PIS) e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP)
Taxa de Autorização do Trabalho Estrangeiro
Taxa de Avaliação in loco das Instituições de Educação e Cursos de Graduação – Lei 10.870/2004
Taxa de Classificação, Inspeção e Fiscalização de produtos animais e vegetais ou de consumo nas atividades agropecuárias – Decreto Lei 1.899/1981
Taxa de Coleta de Lixo
Taxa de Combate a Incêndios
Taxa de Conservação e Limpeza Pública
Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental – TCFA – Lei 10.165/2000
Taxa de Controle e Fiscalização de Produtos Químicos – Lei 10.357/2001, art. 16
Taxa de Emissão de Documentos (níveis municipais, estaduais e federais)
Taxa de Fiscalização da Aviação Civil – TFAC – Lei 11.292/2006
Taxa de Fiscalização CVM (Comissão de Valores Mobiliários) – Lei 7.940/1989
Taxa de Fiscalização de Sorteios, Brindes ou Concursos – art. 50 da MP 2.158-35/2001
Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária Lei 9.782/1999, art. 23
Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Exército Brasileiro – TFPC – Lei 10.834/2003
Taxa de Fiscalização e Controle da Previdência Complementar – TAFIC – art. 12 da MP 233/2004
Taxa de Licenciamento Anual de Veículo
Taxa de Licenciamento para Funcionamento e Alvará Municipal
Taxa de Pesquisa Mineral DNPM – Portaria Ministerial 503/1999
Taxa de Serviços Administrativos – TSA – Zona Franca de Manaus – Lei 9960/2000
Taxa de Serviços Metrológicos – art. 11 da Lei 9933/1999
Taxas ao Conselho Nacional de Petróleo (CNP)
Taxa de Outorga e Fiscalização – Energia Elétrica – art. 11, inciso I, e artigos 12 e 13, da Lei 9.427/1996
Taxa de Outorga – Rádios Comunitárias – art. 24 da Lei nº 9.612/98 e nos art. 7 e 42 do Decreto 2.615/1998
Taxa de Outorga – Serviços de Transportes Terrestres e Aquaviários – art. 77, incisos II e III, a art. 97, IV, da Lei 10.233/2001
Taxas de Saúde Suplementar – ANS – Lei 9.961/2000, art. 18
Taxa de Utilização do MERCANTE – Decreto 5.324/2004
Taxas do Registro do Comércio (Juntas Comerciais)
Taxa Processual Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE – Lei 9.718/1998
Nota: Laudêmio, Pedágio, Aforamento e Tarifas Públicas não são considerados tributos. Veja porquê.

Fonte: Portal Tributário

A hora da virada Dezembro 31, 2007

Posted by cametaforas in BELÉM, Sem-categoria.
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Se você é do time que acha que 2007 já vai tarde, então tá na hora de apelar…
A maioria das pessoas tem um ritual ou simpatia para atrair bons fluidos no ano novo. Vale de tudo, desde a roupa na cor certa, o lugar, a comida. Pra começar vai até o vêr-o-pêso, passa lá na Banca da Dona Coló e encomenda logo o “banho”. Um daqueles com nomes bem peculiares: Vence-tudo, abre-caminhos, busca-longe, chega-te-a-mim, chama-dinheiro, Atrativo da perseguida, Atrativo do chora-nos-meus-pés, Pega e não me larga.
Aproveita a viagem e compra também um daqueles amuletos, patuás e muiraquitãs para atrair dinheiro, saúde, sorte no amor e bons fluidos.
Se a situação for desesperadora o jeito é seguir uma das simpatias “infalíveis” que fazem sucesso lá pelas bandas do veropa:

SAÚDE E AMOR: Se no seu caso, além da sorte, está faltando a competência aqui vai a receita: Antes do encontro, tome umas duas garrafadas de “viagra da selva”, fabricado à base de marapuama, catuaba, vergalho de coati, pau-ferro, noz-moscada, mururê, guaraná ralado com límgua de pirarucu, puxuri cravo-da-índia e pinga de abaetetuba.  Para acompanhar o aperitivo, pode escolher uma ou mais frutas (in natura) entre taperebá, açaí, pupunha,  araçá, bacaba, bacuri e fruta de cedro. Para o jantar prepare uma arraia guisada com mariscos frescos e turu cru passado no limão e sal. A Maria Navalhada, especialista no assunto, jura pela fé da mucura que “é tiro e queda” (por via das dúvidas, não esqueça de levar papel higiênico).

DINHEIRO: Se você anda meio panema, mais “liso” que sarapó e quer “bamburrar” em 2008, o negócio é caprichar nas mandingas. Ferva três litros de água e coloque algumas folhas de laranjeira, de fortuna, de erva de bicho, um ramo de salsa, uma colher de sopa de pó de canela. Espere amornar e despeje do pescoço para baixo, depois de seu banho normal. Para ajudar a sorte, corte uma pena de urubú (preferivelmente do ver-o-pêso) em sete pedaços guarde um dos pedaços na carteira e jogue os outros seis na maré.
Não conte para ninguém que fez esta ou aquela simpatia. O silêncio é a alma do negócio.

Aproveitem para começar o próximo ano com o pé direito. O importante é ter pensamento positivo, não só nesta época, mas em todos os dias. O importante é acreditar!

Feliz Ano Novo e Boa Sorte!

VOCABULÁRIO:
Perseguida:
genitália feminina
Liso: sem dinheiro
Sarapó: Gymnotus carapo – Peixe (muito escorregadio) comum na região Norte do Brasil.
Bamburrar: ganhar muito dinheiro
Garrafada: bebeiragem preparada com ervas comum no mercado do Ver-o-pêso.
Turu: espécie de molusco que vive nas árvores em putrefacção do mangal.

2014 – Belém é Show na Copa e na Cozinha Dezembro 20, 2007

Posted by cametaforas in BELÉM, FUTEBOL.
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Bem, amigos da rede (aquela da sesta depois do açaí com peixe frito)…
Em 2014 a Copa volta pra casa e Belém se prepara para abrigar uma das sub-sedes da competição. Segundo os especialistas, Manaus é nosso maior adversário nessa briga (o que eu não concordo).
Acho que nosso maior adversário somos nós mesmos (o que não é pouco, considerando as várias “picuinhas” políticas que entravaram durante anos, obras como a macrodrenagem, o Entroncamento, o Mangueirão e outras menos votadas). É claro que temos capacidade de sediar uma das chaves da Copa, mas é preocupante principalmente a questão política, a possibilidade de falcatruas, superfaturamentos, negociatas e as briguinhas provincianas tão comuns por essas bandas. Se conseguirmos superar esse obstáculo, o resto a gente tira de letra.
Para um povo que está acostumado com a multidão (recebemos milhares de pessoas para Círio todos os anos), receber bem é uma rotina, é uma característica de nossa gente. Somos um povo apaixonado e futebol é uma dessas paixãoes onde Paysandu e Remo dão vida a uma das mais antigas e prestigiadas rivalidades do futebol brasileiro, o “clássico-rei da Amazônia” RExPA.
Temos uma cidade linda no portão de entrada da Amazônia. E há muito para o visitante experimentar e descobrir. O Teatro da Paz (um dos mais belos do brasil), a Basílica Santuário de Nazaré, a Catedral, as praças, os museus, as igrejas, só para começar.
A Estação das Docas e o Malgal das Garças são locais onde os cheiros e sabores dessa culinária única,  convidam para o banquete ao som de animados ritmos de nosso folclore e embalados pela sensualidade de nossas danças.
Independente dos benefícios imediatos que esse evento pode deixar na cidade em termos de investimentos em diversos setores, é pela oportunidade ímpar de mostrar essas maravilhas ao mundo, que sou favorável a realização da Copa em Belém e caso isso se confirme, fica aqui a sugestão para os interessados, no período do evento, realizemos paralelamente, Festivais gastronômicos, de música, folclore, dança, de artesanato, feiras e eventos que possam potencializar tudo que temos de bom para oferecer.
Que venha a Copa! ao som do carimbó, com gosto de açaí e cheiro de patchouly
Inté 2014, parente!

É fantástico! Dezembro 17, 2007

Posted by cametaforas in BELÉM.
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Finalmente uma notícia boa, pelo menos era o que eu imaginava quando vi a chamada da matéria no fantástico. Trio de vovós fazem turismo indo de Vitória, no Espírito Santo até Belém do Pará. A matéria mostrou as senhoras em alguns felizes momentos da aventura e finalizou dizendo que de Belém vão levar ótimas fotografias, mas que a cidade não está preparada para receber deficientes.
Sou obrigado, não só a concordar, como ir mais além. Belém não está preparada nem para alguém dito “normal”. Basta dar uma volta pela cidade para confirmar o que estou afirmando. São calçadas para todos os gostos. Cheias de vasos de cimento (chumbados no concreto), com correntes, muretas, elevadas do nível da rua, revestida de lajotas (uma verdadeira armadilha, quando estão molhadas), com bancos e mesas de concreto, estacinamento de bicicletas, depósito de entulhos.
É preciso fazer valer o Código de Posturas do Município de Belém no que diz respeito aos direitos e deveres individuais e coletivos.